Tripulantes dizem ter sido abordados pelas moças, segundo governo.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
AC afasta policiais que posaram com mulheres em helicóptero do governo
Tripulantes dizem ter sido abordados pelas moças, segundo governo.
Agentes penitenciários apreendem 41 "trouxinhas" de cocaína dentro de Presídio
Segundo informações a droga encontrada em poder do detento teria entrado no Presídio no domingo, 03. Naquele dia, agentes penitenciários teriam flagrado a dona de casa Meirizane Santos da Silva, 23 anos, quando tentava entrar no Presídio Estadual levando um aparelho celular, um carregador e uma porção de maconha escondidos dentro da vagina.
Segundo informações Meirizane é mulher do presidiário Samuel Bezerra da Silva, 24 anos, que cumpre pena por crime de roubo (assalto), no Presídio Estadual Dr. Francisco de Oliveira Conde.
De acordo com apuração realizada pelos agentes penitenciários a cocaína encontrada em poder de Josué Cruz, faz parte do mesmo esquema da droga e celular que a mulher tentava entregar para o marido também detento.
Encaminhado a Delegacia de Flagrantes - DEFLA, Josué Cruz assumiu que a droga era dele, mas alegou que não pretendia traficar e que a cocaína era para o seu consumo.
Droga dentro de Presídio, é um mal necessário diz detento.
Nos últimos meses tem aumentado consideravelmente o número de apreensões de drogas nos Presídios do estado do Acre.
Credita-se esse volume de apreensões e prisões de pessoas envolvidas com o tráfico nos Presídios a implantação de agentes penitenciários e a determinação da direção do sistema prisional de combater o tráfico interno.
Quando perguntado aos detentos que são flagrados com entorpecentes dentro dos Presídios, o porquê de continuarem consumindo drogas depois de presos, a resposta é quase sempre a mesma.
" A droga dentro do Presídio, é um mal necessário, uma espécie de calmante" afirmam alguns detentos.
Um dos presos entrevistado que vamos identificá-lo pelo nome fictício de "João" argumentou que a ociosidade é o mal maior dentro do Presídio e que somente consumindo droga é possível suportar os meses e anos de condenação sem tentar fugir ou rebelar-se.
"Antigamente a droga entrava livremente no Presídio, eram levadas algumas vezes por familiares, funcionários e até por policiais que vendiam aos presos. Hoje com os novos agentes penitenciários existe uma fiscalização maior, mesmo assim a droga continua entrando e isso não pode acabar" relata o detento.
De acordo com o detento "João" é o consumido de droga que mantém a "ordem" no Presídio e que todos que fazem parte do sistema sabem disso.
"Policiais, agentes penitenciários, administradores, ou seja, todos que fazem parte do sistema carcerário sabem que a droga é um mal necessário. Não estou falando exclusivamente do Presídio local não, isso é em qualquer Presídio do Brasil. São milhares de homens depositados em um prédio cercado de muralhas que não possuem nenhuma atividade, vivem quase que 100 por cento das horas ociosas e isso deixa qualquer um maluco, então se procura um meio de manter a calma, e o stress somente é eliminado com o consumo de droga, principalmente a maconha" revelou o detento.
O detento chegou a afirmar que quando falta droga dentro do Presídio, os presos se rebelam, fazem motins e provocam algum tumulto.
"Eu já disse e vou repetir, a droga nos Presídios é tolerada e considerada um mal necessário, as autoridades sabem disso em alguns casos são omissas e em outros coniventes, por que todos têm consciência que quando o porão (Presídio) ta calmo é por que os ratos (detentos) estão com droga, caso contrário o barril (Presídio) explode. Aqui no Acre os Presídios estão livres de facção, por isso é possível manter o controle, só não devem é racionar geral, por que se isso acontecer ninguém controla a reação" finalizou.
Presidente do IAPEN discorda da opinião de detento e afirma que combate ao tráfico é permanente.
O diretor presidente do Instituto de Administração Penitenciário do estado do Acre, Leonardo Neves de Carvalho, discorda totalmente das afirmações do detento "João", com relação à alegação que a presença de entorpecente dentro das unidades prisionais suste efeito de calmaria.
Leonardo, diz que ao contrário o consumo de drogas dentro ou fora dos centros de recuperação social é nocivo, causam transtornos, brigas e disputas entre os detentos.
Quanto a ociosidade o Diretor do IAPEN afirma que a política desenvolvida hoje nos Presídios do estado do Acre é a oferta de trabalho interno e externo para aqueles que conquistaram o beneficio junto a Vara de Execuções, oferta de educação profissional com acompanhamento técnico e atendimento a saúde física e mental do reeducando.
Leonardo Carvalho, disse ainda que a política do IAPEN é de não tolerância a presença de drogas nos Presídios.
"Não somos omissos e nem coniventes com o tráfico de drogas o combate já vem acontecendo independente de quem seja o autor do tráfico, se reeducando, agente penitenciário ou colaborador do sistema. Estamos sempre atentos a qualquer tentativa de se introduzir entorpecente nas unidades de segurança prisional no estado. Desenvolvemos técnicas e meios de detectar e treinamento pessoal no sentido de coibir a entrada de substâncias entorpecentes. Participamos ativamente de investigações internas e externas que resultaram na prisão de pessoas envolvidas com o tráfico ou que facilitaram a entrada de droga nos centros de recuperação social e vamos permanecer nesse trabalho de combate" Afirmou o diretor.
FONTE: ecosdanoticia.com
domingo, 3 de outubro de 2010
Mulher de presidiário é flagrada tentando entrar no Presídio com droga e celular na vagina

Segundo informações Meirizane é mulher do presidiário Samuel Bezerra da Silva, 24 anos, que cumpre pena por crime de roubo (assalto), no Presídio Estadual Dr. Francisco de Oliveira Conde.
A acusada tentava entrar com a droga e um celular escondido na parte intima quando o detector de metais foi acionado. Ela ainda tentou alegar que usava pincergs na vagina e que por isso o detector de metais foi acionado.
Mesmo assim a suspeita foi levada para revista pessoal quando o aparelho celular caiu de sua vagina.
Meirizane foi encaminhada juntamente com o filho de três meses de idade para a Delegacia de Flagrantes - DEFLA.
Na delegacia a mulher assumiu que pretendia levar a droga para o marido, alegando que é obrigada por Samuel a levar droga para ele.
FONTE: ecosdanoticia.com
Policiais que trabalham em presídios vão voltar à PM
A função é estratégica para a segurança das penitenciárias. Cabe aos inspetores nada mais, nada menos que impedir fugas e tentativas de invasão, além de controlar os muros para que nenhum objeto seja jogado para dentro do presídio.
— Agora, é tudo uma só instituição. Qualquer resultado positivo ou problema apresentado por um inspetor, será resolvido diretamente por seu chefe, dentro do presídio — explicou o secretário, lembrando que a organização anterior dificultava o trabalho.
Atualmente, nos presídios que ainda possuem policiais nas guaritas, eles se reportam a seus comandantes na PM. Já os inspetores, que trabalham nas galerias, dirigem-se ao diretor da unidade. Seguindo esse esquema de trabalho, o policial e o inspetor não se comunicavam. Era problema na certa, lembra César Rubens:
— Se há um princípio de rebelião, um não se comunica com o outro. Quando se encontra algum objeto ilegal dentro do presídio, o inspetor jogava a responsabilidade para o policial e vice-versa.
Fonte: Extraonline
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Acre tem mais de 800 presos provisórios em condições de votar nas eleições 2010
STF: eleitor só precisa de documento com foto para votar
A relatora, ministra Ellen Gracie, votou pelo deferimento da cautelar e foi acompanhada pela maioria dos ministros. Foram oito votos favoráveis à Adin e dois contrários. Os únicos a discordarem do voto da relatora foram o ministro Gilmar Mendes e o presidente da Corte, ministro Cezar Peluso.
No final do julgamento, ao sair do plenário, Mendes foi questionado sobre as informações veiculadas hoje pelo jornal Folha de S.Paulo de que ele, na sessão de ontem, pediu vista do processo após um telefonema do presidenciável tucano José Serra. O ministro negou ter falado com o candidato ontem. 'O Serra nem me chama de meu presidente. Chama de Gilmar', disse ele, referindo-se à forma como a reportagem diz que Gilmar foi chamado pelo tucano. 'Vão ficar patrulhando com quem a gente fala?', questionou.
Fonte: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=25781734
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
População carcerária do Acre cresceu 34,82% nos últimos cinco anos, afirma relatório do DEPEN

Dulcinéia Azevedo, do jornal A Gazeta
Qua, 29 de Setembro de 2010 10:01
Número de presos por 100 mil habitantes saltou de 420 para 495,71
De acordo com o Depen, no ano de 2005, o número de vagas para homens e mulheres era de 1.029, enquanto a população carcerária era composta de 2.541 pessoas, entre presos provisórios e condenados, o que corresponde a um déficit de 1.512 vagas em todo Estado. O percentual de presos provisórios em relação a condenados é classificado pelo CNJ como alarmante: 71,22 %.
“Esse percentual sugere que, os presos que aguardam julgamento são, na verdade, os responsáveis pela maior parte da superpopulação verificada. O quadro atual é, pois, muito preocupante, não apenas sob a ótica da superlotação, mas também e principalmente, pela constatação que nem mesmo o auxílio do Poder Executivo no que tange ao provimento das vagas no Sistema irá atender à demanda que parece advir de posturas inadequadas do Poder Judiciário [...]”, diz o relatório.
O CNJ também verificou inloco a estrutura física de cada um dos presídios do Estado. No Francisco de Oliveira Conde – que abriga 1.492 presos condenados e 669 provisórios e 09 em cumprimento de medida de segurança – constatou-se “grave problema de escassez de água, detentos doentes misturados aos sadios, superlotação superior a quatro presos por vaga e esgotos a céu aberto em vários pontos”.
O relatório também registra a inexistência de áreas destinadas a visitas familiares, que ocorrem nas próprias celas ou nos solários. Não há distinção quanto à idade dos presos, mas são separadas celas para os mais idosos, nos mesmos pavilhões dos jovens e adultos. Apesar de a direção informar que os presos sentenciados ficam separados dos provisórios, tal constatação não ocorreu durante a inspeção.
Outro dado assustador: por mês são recolhidos das celas, em média, 100 instrumentos ilícitos, entre estoques, facas e ferros, além de 20 ou 30 aparelhos celulares. Não há registro de apreensão de armas de fogo. No último ano, o presídio registrou duas mortes naturais, por ataque cardíaco e insuficiência renal; uma morte por estrangulamento e um suicídio. Situação semelhante foi encontrada nos presídios do interior.
Recolhimento feminino inadequado

“Este local, além de inadequado para o recolhimento feminino, é cercado por matagal alto e por um alagado mal cheiroso, que costuma infectar o pavilhão de mosquitos transmissores de doenças. O pavilhão não tem local adequado para a permanência de crianças, embora abrigue as que estão em período de amamentação. Não são respeitadas, igualmente, as peculiaridades de gênero, no que tange aos banheiros das celas [....]”, destaca o relatório.
Fonte: Agazeta.net
Detento é flagrado com droga dentro do Presídio
Segundo informações, o detento Gustavo Assunção Montenegro, 20 anos, que estaria alojado no Pavilhão G, teria pedido a direção do Presídio que o transferisse de Pavilhão alegando estar sofrendo ameaças de morte.
O detento teria solicitado que sua transferência fosse para o Pavilhão B, uma espécie de “seguro” onde ficam os detentos condenados por crimes de estupro ou outro crime repudiado pelos demais detentos. Em alguns casos, são transferidos para este Pavilhão detentos considerados “dedo duro”, e que realmente sofrem ameaças de morte pelos demais.
Durante a transferência de Gustavo, os Agentes penitenciários realizaram uma revista pessoal e nos pertences do transferido encontraram uma substância aparentando pasta base de cocaína que estaria escondida dentro de um frasco de desodorante.
De imediato, o detento Gustavo Montenegro negou que a droga fosse de sua propriedade alegando que supostamente tenha sido “plantada” pelos presos do Pavilhão G no intuito de prejudicá-lo.
Mesmo assim, Montenegro foi transferido para a Delegacia de Flagrantes – DEFLA onde foi atuado por crime de tráfico de drogas dentro de unidade prisional.
No entendimento dos agentes penitenciários o pedido de transferência do detento tinha como objetivo real fazer circular a droga dentro do Presídio.


